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Fred Mancen

Pescaki FM

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9 horas atrás, Renato Fisherman disse:

Da série: “Musicas com conteúdo”....Manhattan Project (do Rush) fala da origem da bomba nuclear, o codinome “Projeto Manhattan” foi um programa de pesquisa e desenvolvimento que produziu as primeiras bombas atômicas durante a Segunda Guerra Mundial. Foi liderado pelos Estados Unidos, com o apoio do Reino Unido e Canadá. Idealizado em território norte americano, por alguns dos cientistas mais brilhantes que se reuniram de várias partes do mundo, com o propósito de criar uma arma que derrubaria Hitler e acabaria com a guerra, porém, quando a bomba ficou pronta o Hitler já havia caído. O então presidente dos Estados Unidos da America, Harry Truman, decidiu por “testar seu novo brinquedo” no Japão, o único país inimigo que ainda não havia se rendido, e assim mostrar para o mundo seu poder e transformar os EUA na maior potência mundial.  A música critica negativamente e ironiza os cientistas do Projeto Manhattan, algumas partes da letra os tratam como “crianças mimadas”, que só estavam interessados em brincar com a ciência e ignoravam o fato de que suas “extraordinárias descobertas” custariam a vida de milhões de civis inocentes. O “Enola Gay” citado na letra, é o nome que foi dado ao avião que soltou as bombas atômicas no Japão.

 

Perfeito, grande Renato! O Rush também é uma de minhas obsessões musicais desde sempre, assim como você. Uma reunião de três músicos excepcionais (fora da curva é o mínimo a dizer sobre eles), com um talento incrível para compor músicas complexas e o fenômeno Neil Peart, que além de ser "O Baterista" é um hábil escritor, para quem se interessar em enveredar pela obra deles. Essa música tem um ritmo hipnotizante, sendo - juntamente com "Marathon" - o carro-chefe do experimental e cativante álbum "Power windows", de 1985.

Esse disco tem uma aura interessante demais, um ambiente próprio, que fecha com chave de ouro usando a "Mystic rhythms" como isca pro ouvinte voltar à primeira música e ouvir tudo de novo. Um grande álbum subestimado por muitos e que faz parte de uma série de três icônicos trabalhos que usaram muitos recursos eletrônicos com elegância e perfeitamente encaixados no estilo musical deles e nas letras. O primeiro foi o sublime "Grace under pressure", de 1984, que com as três músicas que abrem o disco parece mais um rolo compressor do que um álbum de rock dos anos 80! O segundo foi "Power windows" e o terceiro usando esse estilo foi o "Hold your fire", de 1987, que tem a belíssima "Mission" e "Time stand still", que foi um sucesso na época.

Aqui, a primeira faixa de "Grace under pressure".

 

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A segunda do mesmo disco:

Alex Lifeson estava impossível nesse disco...

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E a terceira... eu desafio a alguém me indicar um álbum gravado nos últimos 10 anos que abra com três petardos desse quilate...

 

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A cada vez que ouço os monstros sagrados das décadas de 60 a 90 dá mais raiva de ouvir rádio hoje em dia... Lixarada. Uma pena que Pink Floyd e Rush não tenham conseguido segurar a barra e seguir tocando por mais 30 anos. O último disco do Rush, "Clockwork angels", foi eleito na web como o disco de rock da década... Seguir 40 anos inovando e fazendo bem feito não é pra qualquer um. Pink Floyd lança um box com releituras de trabalhos antigos e é sucesso de vendas. Roger Hodgson vem ao Brasil no ano que vem e já tá vendendo ingressos...

K-Pop? O que é isso? É de comer ou de passar no cabelo?

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@Renato Fisherman, colocando mais pimenta no molho que começou... da série "Letras com Conteúdo" (reproduzido a partir o site Whiplash.net - https://whiplash.net/materias/curiosidades/174096-rush.html).

Rush: entendendo as letras de "Moving Pictures"

1. "Tom Sawyer": Em uma entrevista o baterista NEIL PEART comentou sobre a letra:
"A composição trazia um retrato de um rebelde dos dias modernos que pairava sobre o mundo, com ampla visão e senso de propósito. Acrescentei os temas sobre reconciliar o garoto e o homem dentro de mim e também a diferença entre o que as pessoas realmente são e o que os outros apenas percebem que elas sejam."

2. "Red Barchetta": A canção descreve um futuro no qual muitos tipos de veículos foram proibidos pela "Lei do Motor". O Tio do narrador manteve um desses veículos ilegais (Red Barchetta desportivo) em bom estado por "50 e poucos anos" e manteve escondido em sua casa de campo secreta (uma fazenda antes da promulgação da Lei do Motor) . Todos os domingos, o narrador saia escondido para este local e pegava o carro para um passeio. Durante uma dessas aventuras, ele encontra um "carro com ar-liga", que começa a persegui-lo ao longo das estradas. Um segundo veículo, logo se junta a perseguição, que continua até o narrador ir através de uma ponte, que é estreita demais para os carros de ar. A canção termina com o narrador de retornando em segurança para a fazenda de seu tio.

3. "YYZ": O título dessa faixa refere-se ao código IATA de aeroportos utilizado no Aeroporto Internacional Toronto Pearson (ou Aeroporto Internacional Lester B. Pearson), o principal da região metropolitana de Toronto, Canadá. O IATA é um código composto por três letras que designa aeroportos em todo o mundo, utilizado pela Associação Internacional de Transportes Aéreos. No caso do aeroporto de Toronto, utliza-se YYZ. Combinado a esse fato, é interessante observar que YYZ é tocada incrivelmente em código morse, sendo este marcante logo no início da canção (Y: -.-- Y: -.-- Z: --..).

"Há partes dessa música que são quase evocativas acerca dos sentimentos envolvidos quando se está indo para o aeroporto. Você se sente meio que no limite e nervoso por ter que deixar sua familia para trabalhar, pensando sobre estar metade em casa e metade longe dela. É um período de transição, e sempre há um senso de infinitas possibilidades num aeroporto. Você pode mudar de idéia e voar para qualquer lugar no mundo e, de repente, não está mais em Toronto: está no mundo. Um aeroporto não deveria ser dito como situado em uma cidade, porque nunca é. Ele é sempre uma encruzilhada. E esta, claro, é o foco da música. Tentamos trabalhar muito sobre a natureza exótica dos aeroportos. A grande e animada ponte instrumental logo depois da metade, que é orquestrada, emocionante e rica, é obviamente uma simbolização do tremendo impacto que é voltar para casa". (Neil Peart, Visions)

4. "Limelight": Essa letra é uma visão pessoal de Neil Peart, sobre como é estar sob as luzes dos holofotes. Como é visto no documentário 'Beyond Lighted Stage' Neil Peart não gosta de fama e de ser balbuciado pelos fãs. O trecho, "eu não tenho coragem de mentir, eu não posso fingir que um estranho, é um amigo esperado há muito tempo" prova a visão pessoal de Peart.

5. "The Camera Eye": A letra descreve as cidades de Nova York e Londres, através do ponto de vista das câmeras espalhadas pela cidade. Elas se perguntam o porque de tamanha pressa da humanidade, porque eles nunca param para sentir a vida e simplesmente ignoram as belezas a sua volta.

6. "Witch Hunt": Uma crítica a imbecilidade humana na era de caça as bruxas, na qual milhares de pessoas foram mortas simplesmente por possuir uma cultura diferente.

"Rápidos para julgar, rápidos para odiar, lentos para compreender. Ignorância, preconceito e medo andam de mãos dadas." (Trecho da música)

7. "Vital Signs": Fala sobre como funciona a "máquina" que costumamos chamar de "ser humano". A letra faz comparações entre nós e as máquinas que criamos, e dá algumas dicas, de pequenas coisas na vida, para manter essas máquinas que são nosso corpo e mente funcionando perfeitamente.

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Em 23/12/2019 at 11:57, Fred Mancen disse:

@Renato Fisherman, colocando mais pimenta no molho que começou... da série "Letras com Conteúdo" (reproduzido a partir o site Whiplash.net - https://whiplash.net/materias/curiosidades/174096-rush.html).

Rush: entendendo as letras de "Moving Pictures"

1. "Tom Sawyer": Em uma entrevista o baterista NEIL PEART comentou sobre a letra:
"A composição trazia um retrato de um rebelde dos dias modernos que pairava sobre o mundo, com ampla visão e senso de propósito. Acrescentei os temas sobre reconciliar o garoto e o homem dentro de mim e também a diferença entre o que as pessoas realmente são e o que os outros apenas percebem que elas sejam."

2. "Red Barchetta": A canção descreve um futuro no qual muitos tipos de veículos foram proibidos pela "Lei do Motor". O Tio do narrador manteve um desses veículos ilegais (Red Barchetta desportivo) em bom estado por "50 e poucos anos" e manteve escondido em sua casa de campo secreta (uma fazenda antes da promulgação da Lei do Motor) . Todos os domingos, o narrador saia escondido para este local e pegava o carro para um passeio. Durante uma dessas aventuras, ele encontra um "carro com ar-liga", que começa a persegui-lo ao longo das estradas. Um segundo veículo, logo se junta a perseguição, que continua até o narrador ir através de uma ponte, que é estreita demais para os carros de ar. A canção termina com o narrador de retornando em segurança para a fazenda de seu tio.

3. "YYZ": O título dessa faixa refere-se ao código IATA de aeroportos utilizado no Aeroporto Internacional Toronto Pearson (ou Aeroporto Internacional Lester B. Pearson), o principal da região metropolitana de Toronto, Canadá. O IATA é um código composto por três letras que designa aeroportos em todo o mundo, utilizado pela Associação Internacional de Transportes Aéreos. No caso do aeroporto de Toronto, utliza-se YYZ. Combinado a esse fato, é interessante observar que YYZ é tocada incrivelmente em código morse, sendo este marcante logo no início da canção (Y: -.-- Y: -.-- Z: --..).

"Há partes dessa música que são quase evocativas acerca dos sentimentos envolvidos quando se está indo para o aeroporto. Você se sente meio que no limite e nervoso por ter que deixar sua familia para trabalhar, pensando sobre estar metade em casa e metade longe dela. É um período de transição, e sempre há um senso de infinitas possibilidades num aeroporto. Você pode mudar de idéia e voar para qualquer lugar no mundo e, de repente, não está mais em Toronto: está no mundo. Um aeroporto não deveria ser dito como situado em uma cidade, porque nunca é. Ele é sempre uma encruzilhada. E esta, claro, é o foco da música. Tentamos trabalhar muito sobre a natureza exótica dos aeroportos. A grande e animada ponte instrumental logo depois da metade, que é orquestrada, emocionante e rica, é obviamente uma simbolização do tremendo impacto que é voltar para casa". (Neil Peart, Visions)

4. "Limelight": Essa letra é uma visão pessoal de Neil Peart, sobre como é estar sob as luzes dos holofotes. Como é visto no documentário 'Beyond Lighted Stage' Neil Peart não gosta de fama e de ser balbuciado pelos fãs. O trecho, "eu não tenho coragem de mentir, eu não posso fingir que um estranho, é um amigo esperado há muito tempo" prova a visão pessoal de Peart.

5. "The Camera Eye": A letra descreve as cidades de Nova York e Londres, através do ponto de vista das câmeras espalhadas pela cidade. Elas se perguntam o porque de tamanha pressa da humanidade, porque eles nunca param para sentir a vida e simplesmente ignoram as belezas a sua volta.

6. "Witch Hunt": Uma crítica a imbecilidade humana na era de caça as bruxas, na qual milhares de pessoas foram mortas simplesmente por possuir uma cultura diferente.

"Rápidos para julgar, rápidos para odiar, lentos para compreender. Ignorância, preconceito e medo andam de mãos dadas." (Trecho da música)

7. "Vital Signs": Fala sobre como funciona a "máquina" que costumamos chamar de "ser humano". A letra faz comparações entre nós e as máquinas que criamos, e dá algumas dicas, de pequenas coisas na vida, para manter essas máquinas que são nosso corpo e mente funcionando perfeitamente.

Excelente post @Fred Mancen...Principalmente para quem como eu, é fã dessa banda fenomenal ! :bs-aplauder::joia:

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16 horas atrás, Renato Fisherman disse:

Excelente post @Fred Mancen...Principalmente para quem como eu, é fã dessa banda fenomenal ! :bs-aplauder::joia:

Somos 2! 

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Percebe-se que vocês são letrados em Rush, eh! :comemorando:Eu também gosto muito! :joia: 

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4 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

Percebe-se que vocês são letrados em Rush, eh! :comemorando:Eu também gosto muito! :joia: 

É fácil gostar do que é bom...

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De vez em quando acredito naquelas hipóteses sensacionalistas  de que alguns ícones da humanidade eram na verdade ET's... 

 

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Acabei de ver no Instagram,  pelo perfil oficial do rush,  que a lenda perdeu uma batalha de 3 anos e meio contra um câncer no cérebro.

Não sei o que escrever sobre uma lenda que se foi.

Descanse em paz, mestre Neil Peart. 

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Pois é, Grande Fred... vamos cada vez mais órfãos de grande mestres! :triste:

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16 minutos atrás, Domingos Bomediano disse:

Pois é, Grande Fred... vamos cada vez mais órfãos de grande mestres! :triste:

Sim... a gente vai viver de passado. Pelo menos ainda tem gente boa surgindo. Mike Portnoy vai carregar a chama da bateria técnica daqui pra frente.

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Ah, o poderoso e cristalino som do Yes!

 

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3 horas atrás, Fred Mancen disse:

Ah, o poderoso e cristalino som do Yes!

ah ..... devaneios da adolescência .... que não voltam mais .... rsrsrsr

tempinho das domingueiras com rosto coladinho ... anos 80 foram uma dádiva pra quem viveu e presenciou ...

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Yes é tudo de bom! :clapping: Eu "viajava" ouvindo seus albuns que eu tinha todos. :ok: 

Gosto muito deste acústico, onde Chris Squire, o "Gigante" ainda era vivo e ali mesmo mostrava porque era considerado um dos maiores baixistas do mundo:

 

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@Domingos Bomediano, isto é soberbo! Essa aqui também é fantástica... Pra quem pode, não é pra quem quer...

 

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58 minutos atrás, Fred Mancen disse:

@Domingos Bomediano, isto é soberbo! Essa aqui também é fantástica... Pra quem pode, não é pra quem quer...

 

Sensacional! Na época, nesta introdução, a performance de  Chris Squire foi considerada a melhor performance de um baixista até então. Se não me engano todos os músicos da banda trabalharam no sentido de fazer o baixo a melhor parte da música só para que o "Gigante" pudesse demonstrar sua arte. Se não me engano também, ele usou na gravação desta música uma captação diferente em seu instrumento, criando um som único. :ok: 

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7 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

Sensacional! Na época, nesta introdução, a performance de  Chris Squire foi considerada a melhor performance de um baixista até então. Se não me engano todos os músicos da banda trabalharam no sentido de fazer o baixo a melhor parte da música só para que o "Gigante" pudesse demonstrar sua arte. Se não me engano também, ele usou na gravação desta música uma captação diferente em seu instrumento, criando um som único. :ok: 

O Squire era realmente um gigante, um monstro, tocando de forma unica um instrumento que na maioria das vezes passa batido. Bons tempos aqueles com Squire ainda vivo.

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"The Boss" mostrando em seu último álbum porque é respeitado e admirado...

 

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E Van Morrison não ficando pra trás no seu álbum lançado em 2019 também...

 

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Essa turma aqui não brinca em serviço, o álbum não é tão novo (2018) mas não tira o mérito. Adoro o som deles, absolutamente perfeito para qualquer clima, qualquer tempo, qualquer drink.

 

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@Domingos Bomediano, meu amigo,  creio que já coloquei esse vídeo aqui antes, mas vale a pena ver de novo o Gigante sendo homenageado por outro monstro no baixo...

 

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