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Bom Dia.
Gostaria de deixar minha opinião sobre está lei que ao meu ver é extremamente maldosa e não tem caráter de prevenção algum.
A pesca Amadora quando praticada com vara e anzol respeitando as cotas e as medidas estabelecidas em lei não traz prejuízo algum ao fauna aquática,
prático a pesca Amadora dês da minha infância, vivo em um meio onde conheço uma multidão de pescadores amadores e posso garantir que são raras as vezes que pescadores utilizando vara e linha conseguem pegar quantidades de peixes suficiente para pelo menos atingir a cota de dez quilos quê é o liberado hoje ainda em M
inas Gerais.
Pergunto a vcs que por ventura ler esta mensagem oque adianta impedir que o pescador amador leve um ou dois peixes para suas famílias se todos os anos a mortandade de peixes causados pela poluição assolam nosso Rios, em rios como Paraopeba, Rio Pará, Rio das Velhas entre outros a quantidade de peixe que morre a cada início das chuvas e superior inúmeras vezes a quantidades de peixes que a pesca Amadora retirar dos rios, oque adianta impedir o pescador amadora trazer alguns peixes do rio São Francisco se o Rio é VARRIDO 24 horas por dia pelas redes de pescador profissionais.
Ao meu ver essa lei é puramente comercial com o objetivo de aumentar a venda de peixes no comércio, porquê é Claro se eu nunca puder trazer um peixe pra casa uma hora terei que comprar o peixe para comer.
Quer aumentar a quantidade de peixe nos rios cuidem do ecossistema onde eles vivem que está quase totalmente destruído em minas Gerais, mas não coloquem está culpa nós pescadores amadores, porquê nossa parcela de culpa é a menor entre todas as categorias que possa estar trazendo algum prejuízo aos estoques de peixe em Minas Gerais.

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Concordo com você que a pesca predatória traz muito mais destruição ao ecossistema. Porém acho necessário a cota e algumas leis para os pescadores amadores, para mim a cota deveria ser menor que 10 Kg se eles querem mesmo reduzir pelo menos um pouco os impactos nos rios.

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Seja bem-vindo ao Pescaki, Esmeraldo! :joia:

Muito arrazoada tua opinião, mas esta lei vem para dar início a um processo que não pode parar até atingir a pesca profissional. Entendo que isso ainda não é feito porque se houver a total proibição quando então atingiria aos profissionais, restaria algum problema social, vez que estes sobrevivem da pesca, o que, em princípio é um absurdo. Mas uma vez que o absurdo existe e precisa ser erradicado, não pode sê-lo gerando impacto social negativo. Então, penso que isso seria apenas um início, um bom início, mas que precisaria dar a devida continuidade até chegar, ainda que de forma gradativa, aos pescadores profissionais. Aí, sim, não só traria um futuro muito promissor para a pesca esportiva, quanto acabaria trazendo o necessário equilíbrio para as espécies viventes no bioma protegido.

Então, se for para ser o início, está ótimo!  :ok:  Caso não for, então, a emenda restará pior que o soneto! :triste: 

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Amigos, sinceramente torço para que está lei não saia do papel, pelo simples fato de não resolver em nada o nosso problema, se pegarmos a diretriz que dá ordem em Minas Gerais sobre as regras da pesca Amadora poderemos ver que já é uma lei bastante restritiva, tudo bem que a cota poderia ser diminuída até pela metade mas nosso problema não é esse, nosso problema é falta de consciência  de fiscalização e principalmente a poluição e destruição do meio ambiente.

Só para fazer uma comparação se pegarmos como exemplo a lei que proíbe a caça em todo território nacional que já dura várias décadas, podemos afirmar que em nada aumentou a população de animais existentes em nosso ambiente, na realidade tem diminuído cada vez mais pelo simples fato da preservação ter parado apenas nisso aí, não ouve políticas séria de preservação do meio ambiente onde vive esses animais e infelizmente a pesca será da mesma forma vamos ser proibido de pescar mas obrigados a ver todos os anos peixes morrendo as toneladas boiando nos rios do nosso Estado.

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Isso é relativo amigo. Acredito que a situação da represa de furnas na sua região por exemplo, devastada por redes e pescadores que matam tudo que pescam, precisa de 100% cota zero. Mesma coisa se pegarmos um rio de cabeceira onde habitam trutas ou pirapitingas, ecossistemas curtos e peixes naturalmente em pequenas quantidades, se forem 100 pescadores e cada um matar 20 peixes, é suficiente para tornar a pesca inviável.

Conforme a população de seres humanos aumenta, acredito que a pressão de pesca também aumenta por motivos óbvios, portanto a tal de cota de 10 kg por pescador no sudeste é absurda e completamente equivocada. Talvez não seja na Amazônia, mas aqui em um estado industrializado com certeza é... Seria razoável permitir um peixe abatido por pescador, com tamanho mínimo e principalmente MÁXIMO de abate. Quando comecei a pescar não soltava nada, comecei a mudar quando percebi o quanto é difícil tirar um peixe por aqui...

Mas ainda assim acredito que a pesca está evoluindo no mundo de extrativismo para esporte, negócios, indústrias, etc.... Um negócio exige que seja sustentável a longo prazo portanto tem que ter peixe na água. Um esporte exige respeito ao adversário. Nossos adversários são os peixes e devemos soltar maioria, levando apenas peixes mais rústicos que se reproduzem fácil como tilápias e tucunarés na cota de 01 exemplar por pescador. Peixe de piracema cota zero 100% pois quase todos estão em risco de extinção devido à explosão de PCH's por todo país...E Pesca Profissional aqui nem pensar, deve ser proibida. Tenho alguns amigos que usam o argumento de que sempre matou peixe, que o pai dele sempre matou também, que é a cultura dele e que não vai mudar. Mas o mundo mudou e temos que mudar também.

bom, essa é minha opinião....

 

abs

  • Thanks 1

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Concordo com tudo que o Leo falou, moro em MG e infelizmente eu não posso pescar nos rios pq  não tem peixe direito!

A pesca predatória alheia a poluição com o tempo foi acabando com tudo!

Acho que a natureza precisa de um tempo para se recuperar (se isso ainda for possível).

Cota Zero por uns 5 anos poderia mudar a vida dos pescadores profissionais, se o Governo de Minas tivesse um plano para capacitar esses pescadores para mudarem de vendedor de peixe para vendedor de pesca creio que os mesmos poderiam viver com muito mais dignidade do que vivem hoje, atualmente se tem que ir na Argentina para se ter o prazer de pescar e devolver para a água um Dourado de grande porte ou um Pintado, ambas especies nativas tbm em nosso estado, mas simplesmente sumirão, os que ainda lutam para sobreviver não crescem como antes.

O problema da pesca em MG e no Brasil é uma bola de neve, temos primeiramente a poluição dos rios o que dificulta e muito a vida dos peixes, logo com a vida já dificultada pela poluição quando os pobres peixes vão se reproduzir encontrão barreiras de concreto por todos os lados (barragens).

Alheio a isso vem as redes de pesca e a ma fiscalização dos órgãos competentes por falta de pessoal e estrutura.

O resultado é o que temos hoje, os coitados não tem a chance de se reproduzir e muito menos crescer.

Vide exemplo do Rio Doce, acabam com o rio, aplicaram multas bilionárias mas cade o repovoamento do rio? Hoje nem se fala mais nisso por aq, apenas vi um repovoamento acontecer nas bandas do ES.

Mesmo não sendo a solução, tudo que vier para melhorar a vida do peixe eu vou apoiar.

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Amigos sinto dizer apesar de duro para alguns amigos ouvir mas é a realidades, proibir a pesca dessas forma não adianta em nada, Veja o exemplo da caça não existe cota nenhuma para caça no país já a 40 anos e pergunto vcs acham realmente que os animais silvestres em nosso país ouve algum aumento, é Claro que não, ouve foi uma degradação ainda maior porque como já falei não existe política séria de proteção do meio ambiente o que adianta proibir a caça mas permite destruir as matas, o que adianta proibir a pesca se permite destruir os Rios, garanto a vcs que a única coisa que vai almentar é a quantidade de peixe morto a cada início das estações das chuvas, porquê aqui na minha região só este ano teve duas mortandade de peixe causado pela poluição só em um poço nos contamos mais de quinhentos peixes mortos lembrado que a poluição ao contrário do pescador não perdoa nada Ela mata da matriz ao alevino e até a ova do peixe se estiver onde ela passar ela mata.

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Depois por favor assistam esse vídeo isso foi esse ano em um trecho do rio onde Todos já consideram morto pela poluição, e depois dessa já ouveram outras mortandade isso vem acontecendo a mais de 10 anos em vários Rios de Minas, Ágora a culpa é da pesca Amadora realizada com vara anzol e linha, que isso amigos em minha opinião é apenas mais uma barreira psicologica que estamos acostumados a usar em algumas situações mas que na realidade só serve para deixar a consciência um pouco mais tranquila.

 

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A taxa de reprodução dos peixes diminuiu devido à fragmentação do ecossistema. A taxa de pressão de pesca aumentou devido ao aumento populacional. Portanto a cota de abate tem que diminuir. A questão é pura matemática. Simples assim.

Países como Suriname e Argentina estão vivendo experiências positivas com a mudança de extrativismo para turismo. No primeiro pode-se pescar facilmente grandes piraíbas. No segundo grandes dourados. E no rio São Francisco é só douradinho de 2 kg....No araguaia precisa muita insistência pra tirar uma Piraíba.

 

 

 

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Eu moro em Minas Gerais e a princípio sou contra a lei da cota zero elaborada por burocratas engravatados e empurrada goela abaixo dos pescadores. Esse tipo de medida só funciona quando feita utilizando critérios técnicos, envolvendo a sociedade civil, pescadores e órgãos ambientais. Não pode ser feita como um show midiático.

Entendo que Cota Zero é para todos, amadores e profissionais. A questão de gerar problemas sociais aos pescadores profissionais que dependem da pesca é relativa. O estado não pode ser paternalista, protegendo uns e punindo outros. Esse é, no meu entendimento, o grande porém dessa lei. Se vai manter a cota dos pescadores profissionais, deve-se estabelecer nessa lei prazos para cota zero para esses pescadores e a redução gradativa dessa cota até zerar. Em paralelo, pode-se criar programas de realocação desses pescadores em diversas áreas, inclusive treinamento como guias de turismo ecológico nos locais onde vivem. 

Não acredito nisso de "vamos adotar cota zero para pescadores amadores e depois estender aos pescadores profissionais. Depois? Quando? É igual a reforma da previdência, primeiro sacaneia os trabalhadores que carregam o país nas costas. Se for pouco, aumenta o nível de sacanagem com os mesmos. Mexer no cerne do problema, na gastança do governo, nos salários estratosféricos e nas mordomias nababescas do setor público é assunto proibido. Tudo se resume a interesses.

A questão ambiental no Brasil funciona tipo oito ou oitocentos, só extremos. No Mato Grosso, especialmente no Pantanal, o jacaré se tornou o maior predador. Mata muito mais peixe que os pescadores profissionais juntos. Eu estive em abril no Rio São Lourenço, na região de Rondonópolis. Não encontramos um jaú sequer. O maior peixe foi um pintado de 18 kg. Foram pouquíssimos peixes. No entanto, quase tinha que pedir licença aos jacarés para navegar no rio, tamanha a quantidade. Entrei em uma vazante ligada ao rio e devia ter mais de duzentos jacarés visíveis no local. No entanto, onças só vi um casal, que tive a felicidade de fotografar e filmar. Só estavam vivas porque possuem chip de monitoramento do Ibama. E tivemos o privilégio da visita de um casal de tuiuiús no acampamento. No caso dos jacarés, a proibição à caça acabou criando um enorme desequilíbrio.

Em julho, estive em Caseara no estado do Tocantins, pescando no Rio Araguaia. O maior peixe pescado foi uma pirarara de 12 kg. Só vi as fotos, pois foi pescada em outro barco, fotografada e devolvida. As espécies mais abundantes lá foram botos e arraias. Quem acabou com os peixes foram pescadores profissionais. Hoje, nem eles conseguem pescar. Eu peguei cerca de quarenta tucunarés. O maior pesava menos de 800 gramas. Não duvido ter pescado algum mais de uma vez, já que devolvi todos. Tentei comprar peixe no mercado para fazermos uma muqueca no acampamento e só encontrei pintados, cacharas e barbados com menos de 3 quilos. Fizemos foi carne assada. Acredito que o Araguaia no estado de Tocantins é um forte candidato a se tornar um rio sem peixes.  

Em setembro, estive no Alto Uatumã para a pesca dos açus. Estranhei a pouca ação dos peixes. E a fome por dinheiro dos responsáveis pela reserva do Uatumã. Comentei com o pessoal da chalana como a situação da pesca no Uatumã havia piorado tanto de um ano para outro. Fiquei sabendo que estão loteando o rio e vendendo cada espaço demarcado por R$500,00.  Quem compra o tal lote pesca nele por um dia, podendo usar quase todos os recursos, menos bomba. Rede e tudo o mais, sem problema. E isso tinha acontecido uns 15 dias antes da minha ida.

Com certeza, não vou mais a Itacoatiara para deslocar até o Uatumã e ter nova decepção. Os tais responsáveis pela reserva é quem está destruindo tudo. No próximo ano, devemos pescar no Rio Urubu, Sangaua e Amazonas. Não vou ao Amazonas buscar peixe, mas rever os amigos de Itacoatiara e brigar com os açus.

Infelizmente, o Brasil tem servido de "Casa da Mãe Joana" para políticos e demais autoridades desse país. As leis não são feitas pensando no bem comum, mas no próprio umbigo. Tudo que parte dos governantes, eu sempre fico com os dois pés atrás.

 

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No dia 19/12 em votação do segundo turno, a Assembleia Legislativa de MG  reprovou o projeto de lei que instituia cota zero para pesca amadora no estado.

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Pois é parceiros, temos sim que ter consciência da preservação, enquanto pescadores amadores.

Mas vejamos o seguinte: as "autoridades" querem debitar na nossa conta, o onus de preservar, mas alguém teria condições de 

quantas estações de tratamento de esgoto, seja ele domestico ou industrial existe no estado? Porque rejeitos de mineradoras 

são lançadas diretamente nos cursos de água do estado? Porque  a maioria das industrias despejam seus rejeitos diretamente nos cursos naturais?

Será o pescador amador causador da grande mortandade de peixes em nossas águas?

 

A algum tempo traz o rompimento da barragem de rejeitos da Samarco pôs um ponto final na vida existente no sofrido Rio Doce.

Qual foi a posição dos órgãos de proteção ambiental do estado?  Que providencias tomaram?  Quanto a tal de Samarco pagou de multa?

Vou dizer uma coisa: nosso rios estão morrendo, não há um calendário estipulando as temporadas de pesca, seja ela amadora ou profisinal,

nossos órgãos de controle não sabem e não promovem estudos sobre a reprodução das especies. dizem que ha o período da piracema,

mas sera que esta correto, o tempo mudou, as estações climáticas estão mudadas , e com certeza altera o comportamento de todo ser vivo.

 

Quanto aos pescadores amadores, este sim é quem está detonado toda a fauna aquática do estado, assim faço uma ultima pergunta:

o pescador amador usa rede, armadilhas, tarrafas dentre outros instrumento de pesca usado pelos "Ribeirinhos".

 

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Eu li este post bem antes da votação, que, inclusive, não aprovou a lei, porém só agora consegui pensar no assunto.

 Concordo com os colegas em vários aspectos, especialmente no que diz respeito as mais diversas formas de poluição que os rios mineiros enfrentam. Sim, também concordo com os inerentes riscos de atividades de grande impacto ambiental;  a mineração é, por exemplo, em muitos lugares uma grande ameaça às nossas bacias.

Li a lei. Apesar de não entender quase nada de legislação, como leigo no assunto,  achei que ela é ruim;  não acho que havia (ou há) possibilidade prática de implementá-la. Não há fiscalização hoje e não creio que esse quadro mudaria caso a lei fosse aprovada.

Quando pesco em ambientes  naturais procuro sempre soltar os peixes, portanto a lei não faria diferença direta sobre as minhas pescarias.

Com ou sem lei deve prevalecer o bom senso. (que está em falta pra muito pescador...)

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Infelizemente o que mais tem aqui no Brasil e lei para isto e para aquilo e na grande maioria so servem para valor mediatico/politico e tambem para descargo de consciencia de grande parte da população. Ou por não ser possivel fiscalizar e punir, ou por não endereçar os verdadeiros problemas, os nossos ecosistemas estão cada vez mais destruidos. Como em quase tudo, as verdadeiras soluções não são simples nem faceis, muito pelo contrario. Porem tambem ha que se começar com alguma coisa, nem que sirva de um "gesto".

Mas para mim não ha duvida que o grande problema não e uma ou outra coisa ou atividade, e o conjunto da obra que determina a qualidade do ecosistema e é este que determina a qualidade de vida e reprodução das especies de fauna e flora nele encontrados. Sem esquecer que na natureza esta tudo interligado e cada ecosistema tem suas necessidades. Na Argentina (regiao pantaneira) não ha poluição e como tal não necessita de uma combinação de ações diversas para conseguir bons resultados, a cota zero amadora + profissional teve e tem impacto positivo enorme. No sudeste Brasileiro (e pelo que se lé de Minas) e frequente ter mortandade gigantesca por poluição, barragens controlando o fluxo das aguas conforme necessidade eletrica (e não ecologica) e formando barreiras a piracema, campos de monocultura intensiva eliminando matas ciliares e poluindo com agrotoxicos etc e etc.

Isto so mostra o que outros paises ja entenderam ha muito tempo, a população humana alterou o equilibrio natural de tal forma que a unica maneira de ter um meio ambiente minimamente saudavel e atraves do gerenciamento e manejo ativo pelos humanos destes ambientes. Isto so pode ser feito de forma integrada, com bases cientificas (e não emocionais que tanto afligem as polulaçoes urbanas) e de longo prazo.

Muitas vezes o proibir e a maneira facil de dizer que o problema esta endereçado... quando na realidade não esta. Se houvesse interesse serio em preservar os peixes o Rio Tiete não seria o que é alem de outros inumeros exemplos.

Em 10 anos o Rio Tamesa que passa por Londres no Reino Unido foi despoluido (ele era similar ao Tiete) e depois de cinco anos disto começaram haver registros do retorno de Salmões para este rio (especie muito sensivel a poluição e que havia desaparecido do Tamesa por decadas). Mas lá o trabalho foi feito com muita seriedade, apoio da sociedade, dos varios governos e sempre com medidas praticas embasadas em estudos & etc.

Não me quero alongar porque a revolta e grande, em respeito a muitas coisas .. mas a nossa atitude para as propostas dos nossos governantes tem que ser sempre de desconfiança com tudo que se apresente como simples e rapido.

Como o amigo havia dito, são 40 anos de caça proibida e temos menos animais silvestres (e invasão de animais nocivos como javali e bufalo asiatico). Temos a quase proibição de armas e tentativa de desarmanento da sociedade civil, mas crime armado em niveis recorde... As propostas politicas/legais são na maioria tudo fumaçã e os verdadeiros problemas permanecem, enquanto muitos ficam se sentido confortaveis em ter feito a coisa certa atraves do apoio destas "soluções" falsas.

Desculpem o desabafo... mas voltando ao tema, pessoalmente apoio a redução da cota e/ou cota zero por tempo limitado para servir de gesto da nossa parte, os pescadores.

Nos Estados Unidos, governo de Theodore Roosevelt, os caçadores pediram para ser criado um imposto de 11% sobre tudos produtos e serviços relacionados a atividades recreativas no campo, com isto surgiu a criação dos parques nacionais, guardas florestais, estudos e controle ambientais para posterior introdução de cotas e temporadas & etc. Hoje e o pais desenvolvido com maior riqueza natural do mundo e maior participação da população em atividades recreativas no campo (caça, pesca, camping, canoagem etc etc).

Quem sabe um dia criamos a coragem e elegemos politicos que nos permitam chegar lá. Afinal a esperança e a ultima que morre!

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