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Amazônia Setembro 2017 - Expedição Rio Uatumã


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Amazônia Setembro 2017 - Expedição Rio Uatumã

 

Tudo começa no final dos anos 90 quando fui apresentado ao “Paranazão” a bordo do ‘botemo’ (será esse mesmo o nome?) - barco do meu Dindo Luiz Fernando. Pescaria inesquecível quando ficamos hospedados em barracas acordando de madrugada para sair em busca dos dourados. Numa fiquei com meu pai (Luiz Antônio) e na outra ficaram o Luiz Fernando e o Thiago (primo). Nas saídas de pesca eu ficava só ‘lambarizeando’ para fornecer isca, até que meu pai fisgou um belo dourado que medindo ia até as minhas costelas (eu devia ter aproximadamente 5 anos) - lembro do cheiro do peixe até hoje. Não existia a preocupação com preservação então abatemos o animal e trouxemos como trofeu para o Brasil.

Em 2010 entro na faculdade de Medicina (UCPel) e começo a vida adulta, como tal iniciam as preocupações com compras da casa, limpeza, organização e, o mais importante é claro, a primeira vara de pesca e carretilha - conjunto formado pela vara Hunter Fish da Marine Sports e uma Abu Garcia Black Max comprada no Ebay por 70 dólares (à época dólar 1.6 R$) na esperança de retornar ao Paranazão - o que até hoje não aconteceu apesar das promessas em família todos os natais…

Argentina ou não este conjunto me rendeu ótimas pescarias nos arredores de Pelotas - Laranjal e arrozais de beira da estrada, onde pude capturar peixes como corvinas, papa-terra, peixe-rei e as mais cobiçadas traíras - mesmo que de pequeno porte.

2015 me formo e inicio a vida (dura) de Residente (escravo). Durante o R1 as férias não existem e a rotina (se é que esse nome pode ser utilizado) inicia as 6h - exceto nas terças-feiras que inicia 30 minutos mais cedo - e termina não antes das 22h; num destes dias em que saio tarde, com sono e com fome (tríade do R1?) telefono ao meu querido pai que me convida para comer um churrasco com ex-colegas de colégio - como recusar? Durante umas dessas “conversas de tiozão” sou apresentado ao amigo Régis - gaúcho que mora em Manaus e pesca sempre que possível; neste dia firmo a promessa de tirar pelo menos 15 dias de férias no R2 (2017) para ir em busca do Tucunaré Amazônico.

Começo as pesquisas de material necessário em todos os forums (fóruns?) possíveis e impossíveis, desde vara até linha e iscas necessárias. Cofrinho quebrado e fui às compras: 2 varas venator 5.6’ 12-25lb, Carretilha venator (vermelhinha), carretilha Daiwa Tatula (baita carretilha!). Munido até os dentes entro em contato com o CEO (se posso usar esse termo) das Riprollers (Terry) que me envia uma caixa com míseras 12 High Rollers :D.

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Primeiro dia em Manaus e a vontade de pescar só aumenta, decido por visitar a cidade, lugares muito lindos como o Teatro e o Mercado Público - pelos quais tenho paixão; além do encontro das águas, aldeias indígenas e todo o resto da “turistagem”.

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Praia da Ponta Negra

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Teatro Municipal

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Mercado público

 

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Porto de Manaus

 

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Encontro das águas

 

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Primeiro encontro com peixe amazônico - Pirarucu. Varinha de mão com lambarizinho atado numa corda sem anzol - brincadeira de segundos mas começou a emoção de segurar um peixe na linha.

Criadouro de aproximadamente 5x5m com vários peixes, uma judiaria…

 

No segundo dia aproveitei para tomar um café da manhã manauara. São opções desconhecidas como xis caboquinho, tucumã e pupunha (que eu acreditava ser um palmito).

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Tá e os peixes? Já seco de vontade de pescar, e só vejo árvores, pássaros, frutas e nada de pesca! Bueno, pra matar um pouco a vontade visitei a loja Sucuri. Neste momento percebi que TODAS as iscas necessárias para a pesca na Amazônia estavam disponíveis na loja, claro que as vezes falta uma cor ou um tamanho, mas estava bem munido de iscas… `A noite combinamos janta com os pescadores já em Manaus, joelho de porco e turma fantástica.

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Lado esquerdo: Celso, Alaor, Rui; Lado direito: Antônio (eu), Paulinho “Beija Flor” e Régis

 

E CHEGOU O DIA!

Na manhã seguinte acordamos já cedo para ir até o Hotel pré-determinado (não me recordo o nome) e iniciar a cruzada até o flutuante. 6h de ônibus e 3h de barco até o flutuante; passamos por um balneário muito interessante chamado Rio Preto da Eva - lagoa natural com banhistas e Festival do Abacaxi. Paramos para abastecer com frutas, muito limão, cerveja e idas ao banheiro.

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Foto oficial 6h depois da partida de Manaus, gurizada já uniformizada

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“Bagageiro”

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Galera matando a sede esperando mais 3 longas horas de voadora (acho que é esse o nome) sem espaço entre os bancos, mais ou menos como um avião nos moldes atuais…

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Pôr do sol nos acompanhou, após este momento a viagem ainda durou aproximadamente 90min; chegamos `a noite e já sem esperanças para lançar a linha na água - pousada de selva e pesca esportiva Uatumã. Acomodamos as bagagens nos quartos (3 suítes com a/c) e logo nos reunimos para a janta seguida da primeira rodada de poker. No momento em que estava tudo organizado me bateu o desespero - pra não falar cagaço -, tinha perdido a carteira com todos os documentos, cartões, dinheiro,…

Neste momento surgem 500 dúvidas: como embarcar no voo de volta? Se eu precisar de um taxi? Como almoçar? Até que me dei conta - “Poxa vida, estou no meio da floresta amazônica, o que diabos quero com 500 pila, identidade e todo o resto? Que se dane! Vou aproveitar os 5 dias de pescaria e adeus tia Chica”. O grupo me auxiliou sem sucesso na busca da carteira perdida. Neste momento meu companheiro de pesca entra no quarto e tem uma conversa particular, momento em que saca dinheiro do bolso e me empresta com um “devolva quando puder”; dinheiro não importava neste momento, mas o gesto com certeza me acolheu no grupo, notei, mais uma vez, que seria uma ***** parceria e uma baita pesca. Usei 100 reais no Poker, não quis gastar o resto porque me raparam 100, não ia arriscar perder o resto sem saber do paradeiro da carteira/cartoes.

Dormimos e no dia seguinte antes do cantar do galo estava em pé esperando partir para a pescaria, tomamos um café da manhã reforçado e por volta das 6h partimos para a pesca. Tava mais faceiro que porco com abóbora. Deixei montada uma varinha com uma High Roller Clown 5.25 e outra com a perversa. Regis já no primeiro arremesso e pimba na gorduchinha, tirou um tucunarezinho e já devolveu pra água, segundo ele foto com peixes só de mais de 4kg. Pra não cansar o braço logo no 1 dia iniciei com a perversa e como foi definida por um maluco que encontrei no aeroporto ela é assassina - perversa verde e branca; tirei o dedo com o primeiro tucunaré! Pequeno mas não tive dúvida, foi pra foto.

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Manhã deste primeiro dia seguiu calma, até que o sol queimava e notei que o bote voltava para o local do início, marinheiro de primeira viagem (se não contar a ida a Argentina nos idos anos 90) não queria nem parar para almoçar, afinal tínhamos cocada e água no barco. :assobiando:

Pelo período da tarde buscamos igarapés com árvores, eu prestava atenção aos conselhos regidos pelo meu companheiro “abra mais a fricção, na fisgada não precisa arrancar a cabeça do peixe junto, trabalhe mais a linha” e seguia tirando uns pequenos pra lá e outros pra cá com a perversa.

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Resolvi trocar por uma isca maior e fui na Rip Roller, vrum pra cá vrum pra lá com aquela hélice e POW, baita estouro na superfície. Não tive dúvida, dedo na linha e ferrada garantida, não queria por nada perder aquela fisgada, varinha envergando e quase bebendo água, peixe brigando pra um lado e eu fechava a fricção da carretilha com medo que ele se imbricasse nos tocos de madeira, enxergamos aquele baita tucunaré com as três listras que parecia cansado, Regis já festejava dizendo que era um troféu, trouxe para perto do barco e com uma rabetada ele bateu no barco e se livrou da isca. Decepção, indignação, irritação vieram todos ao mesmo tempo, tinha perdido o maior peixe da minha vida, não era nenhum monstro de 10kg mas já era >1.5kg e isso já me bastava. Nosso guia (chimbinha) disse que devia ter uns 7-8kg, mas não importa, podia ter 2 3 4 5 6 7; eu tinha perdido a luta. Aí notei a minha falta de experiência, fricção quase que completamente fechada, não cansei o peixe e ele foi mais esperto do que eu. Devia ter avisado a ele que era só para foto… Claro que virou motivo de piada durante a noite - “o maior a gente sempre perde”, gozação válida, mas ele ficou prometido. Voltamos ao anoitecer mas não passava a vontade de tirar aquele maldito da água.

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No dia seguinte defini que não ia perder nenhum peixe, resolvi começar com um Jig de Pena feito pelo Junior Carrijo. Logo no começo engatei um tucunarezinho, com anzol único tinha a certeza da ferroada, cansei o bicho até não poder mais, mesmo que pequeno segui a rotina e foi pra foto.

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Troquei por uma Rebel T20 osso e as ações não eram tão frequentes, engatei uma Rover 128 na Tatula que então demonstrou ser a isca mais produtiva de toda a pescaria - estava arremessando melhor com a tatula, acredito que seja o motivo para a Rover ter dado mais ataques do que a Rebel. Ainda sem o trofeu voltamos para mais um dia de descanso pré-pescaria.

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Terceiro dia resolvi deixar Jig montado na Venator e Rover na Tatula. Era cada ataque na rover com uma frequência de erros baixíssima - seria a terceira garateia? E mais uma vez o primeiro vai pra foto, começou a melhorar a qualidade…

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Pincho pra cá e pincho pra lá, de tarde acontece o estouro e a linha correndo! Coração disparou a 300 batimentos/minuto frouxo! Respirei fundo, fisgada certeira mas suave, afrouxei a fricção e dele brigar com o peixe, ouvindo e conseguindo reproduzir as dicas do Regis consigo trazer o peixe pra perto e aparece na superfície. Acostumado com traíras de 500g-1.5kg nos arrozais não tinha até então brigado “de verdade”. Com a insegurança de perder novamente um peixe de respeito consegui manter a calma e tá lá! Peixe pra foto.

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Detalhe, eu e chimbinha olhando pro lado pois aconteceu um ***** estouro, infelizmente não capturamos o culpado. Pesou 4kg no Boga Grip mas pela faceirice já me pareciam ser 10! Dia ganho, retornamos ao flutuante. A alegria era estampada, não conseguia parar de contar e mostrar fotos do meu trofeu. Entusiasmados os demais participantes não quiseram me contar que este era apenas um tamanho bom e ficaram faceiros também.

 

Quarto dia de pesca e penúltimo!

Coração começa a acelerar e a vontade de ficar mais 1-2 meses pescando só aumenta, chego a evitar pensar que está terminando. Trocamos de parceiro neste dia, Regis seguiu viagem com Dadie (parceiros do ano anterior) e eu me toquei com o Ziero. Partimos cedito com o sol raiando e pego meu primeiro para foto.

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close para foto

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Até traíra para matar a saudades

Esse dia foi palhaçada, era um arremesso e um peixe, um arremesso e um peixe, um arremesso e dois peixes (????)

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Na saída de um Igarapé vi um movimento, arremessei na parte mais rasa - aproximadamente uns 20m do barco - e na caída saiu um estouro! Uma cobra (?) emerge do rio e não aparece mais, mas se tá na linha tá pra briga! Não era nada de especial, não parecia ser o tucunaré de 4kg mas QUE briga meus amigos, brigando feito gente grande. Não esperava encontrar aquele peixe, a felicidade estampada no meu rosto também era transmitida pelo guia que soltou “é uma sulamba!” - acho que foi o termo usado por ele se referindo a Aruanã.

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Não parou de brigar nem pra foto!

Em momento algum tinha ideia de que peixe se tratava, esportividade sem limite deste animal, infelizmente foi o único que capturei. Final da tarde nos reunimos em 3 botes pra tomar um mate e contar mentiras sobre 2 peixes com uma isca só. Notei uma isca diferente, uma helice Jet Nakamura de um amigo que foi me mostrar o trabalho e POW, peixe na linha. Não me contive e mais arremessos com a Rover 128 até que saiu essa bela imagem.

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Pescar entre amigos é algo que realmente não tem preço, mas terminar um fim de tarde longe de telefone, gritaria, correria, estresse e com estas imagens não tem explicação

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QUINTO E DERRADEIRO DIA

Ouvimos boatos de que existia uma reserva de tracajás e que a pesca era permitida mediante pagamento (100 pila/cabeça). Nos tocamos 1h de bote e iniciamos a pescaria. Não perdas então meti logo um Jig na Venator e a infalível Rover na Tatula e meta bala! Como de costume, primeiro vai pra foto.

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E que primeiro! 3.8kg no Boga grip fizeram minha alegria. Lembro que neste dia acordei com uma baita dor de cabeça que não melhorava com dipirona, neosaldina, agua, cerveja ou suco; devia ser a ansiedade por saber que era o último dia. Seguimos pinchando e parada clássica ao meio dia com churrasquinho na beira do rio.

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Matezito na beira da lagoa e rumamos de volta para o flutuante no final da tarde.

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Voltamos para a pousada com 5 dias de pescaria e amizades novas que ficam para uma vida. Cada um mostrando foto dos seus peixes, ninguém dava um pio para reclamar. Pescaria fantástica.

No dia seguinte a ‘tristeza’ pelo fim da pesca era visível ao passo que a felicidade por voltar a casa também se fazia presente. Mais 3 h de barco e voltamos para a microônibus para retornar a Manaus. Na chegada ao porto me deparei com uma das imagens mais belas da pescaria.

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 Dando zoom: na parede pode se ver um símbolo do colorado :D

 

Corri feito desesperado para procurar a carteira e nada até que um dos pescadores (Júnior) encontrou caída na parte lateral - estava com todos os documentos e o dinheiro que tinha levado! Mais sorte do que juízo diriam os meus… Como se não houvesse surpresas o suficiente fui devolver o dinheiro que me fora emprestado e então fiquei sabendo que quem me emprestou o dinheiro foi o Celso. Fiquei confuso, afinal nunca tinha tido contato com ele, não morava na mesma cidade, trocamos palavras no jantar antes da pescaria apenas. Ele me emprestara dinheiro sem sequer saber quem eu era! Nesse momento posso dizer que senti mais alegria do que tirar um tucunaré de 4kg da água. Pessoa honesta, digna e dos melhores valores possíveis, fica meu agradecimento para o amigo que com um gesto simples me tirou uma angústia que poderia sim ter influenciado nos primeiros dias de pesca.

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Bueno, fica o registro da melhor viagem que já realizei, não existe dúvida do meu retorno pra essas bandas! Agora fica a pergunta, quando diabos vou pro Paranazão de novo?


Antônio Delacy Martini Vial

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Baita pescaria, e relato muito bom de se ler!

Dês de o principio eu já sabia que essa carteira ia acabar por aparecer!

kkkkkk

Parabéns Amigo!

Jornada das Top

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Show de pescaria, parabéns.

Esse conjuntor Venator é um sonho de consumo antigo (a vara já esta chegando pra completar o conjunto).

 :plamas::plamas:

Também tenho uma Tatula, como se comportaram com os bitelos (Venator e Tatula) ?

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Bela pescaria, gaúcho!

Gosto muito do Uatumã, rio maravilhoso. Muito bom relato, dá pra sentir a empolgação de quem está iniciando rsrsr, se bem que esta empolgação continua sempre... que bom que achou a carteira, quando se está pescando em um grupo bom é assim mesmo, o pessoal se ajuda e no final o que fica é a amizade com os companheiros do grupo, guias, pessoal da pousada e assim por diante.

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Grande Antonio,

Belíssimo relato, onde podemos ver a pesca e tudo o mais que esta maravilhosa atividade consegue reunir, sendo aprendizado sobre a Natureza, aprendizado de como somos tão pequenos diante dela, aprendizado de que a amizade é coisa maior, acima de tudo, aprendendo que apesar de nossos percalços, na pesca sempre tem um amigo a nos orientar e socorrer. :joia:

Parabéns pela jornada e pelo relato! :clapping:  :clapping:  :clapping: 

Grato por compartilhar passagem tão especial em tua vida conosco! :joia::ok: 

Em tempo, nosso amigo Celso Couto é mesmo isso aí que você descreveu, um Caboclo nota Mil! :iCo01:  Você pôde desfrutar da amizade de um grande pescador! :bs-aplauder: 

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16 horas atrás, claudio sp disse:

Parabens, bacana e que venha outras e mais post para curtimos.

Muito obrigado Claudio! Custei pra fazer o post mas aí está!

9 horas atrás, Mauricio. disse:

Belíssima pescaria. Parabéns! :joia::joia:

Gracias amigo

8 horas atrás, Carlos Caffer disse:

Baita pescaria .... show de bola.

Muito obrigado!

8 horas atrás, luigimagalhaes disse:

Baita pescaria, e relato muito bom de se ler!

Dês de o principio eu já sabia que essa carteira ia acabar por aparecer!

kkkkkk

Parabéns Amigo!

Jornada das Top

Hehehe a carteira me causou desconforto mas no fim deu tudo certo, quanto ao relato muito obrigado! Acho que no proximo vou redimensionar as fotos...

6 horas atrás, Alexandre Fishing disse:

Show de pescaria, parabéns.

Esse conjuntor Venator é um sonho de consumo antigo (a vara já esta chegando pra completar o conjunto).

 :plamas::plamas:

Também tenho uma Tatula, como se comportaram com os bitelos (Venator e Tatula) ?

Cara é um baita conjunto! Se comportaram muito bem, mas não peguei nenhum monstro pra testar ao extremo. Aremessos me acostumei melhor com a tatula e apesar de mais pesada não cansou o braço. Vale cada centavo, não perde em nada para a Venator, aliás recomendo a Tatula...

6 horas atrás, Gustavoreolon disse:

Bela pescaria, gaúcho!

Gosto muito do Uatumã, rio maravilhoso. Muito bom relato, dá pra sentir a empolgação de quem está iniciando rsrsr, se bem que esta empolgação continua sempre... que bom que achou a carteira, quando se está pescando em um grupo bom é assim mesmo, o pessoal se ajuda e no final o que fica é a amizade com os companheiros do grupo, guias, pessoal da pousada e assim por diante.

Grupo foi sensacional, confesso que a pousada deixou a desejar, notamos até racionamento de bebida o que ficou feio para o dono... Piloteiros eram bons mas o diferencial mesmo foi o grupo

6 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

Grande Antonio,

Belíssimo relato, onde podemos ver a pesca e tudo o mais que esta maravilhosa atividade consegue reunir, sendo aprendizado sobre a Natureza, aprendizado de como somos tão pequenos diante dela, aprendizado de que a amizade é coisa maior, acima de tudo, aprendendo que apesar de nossos percalços, na pesca sempre tem um amigo a nos orientar e socorrer. :joia:

Parabéns pela jornada e pelo relato! :clapping:  :clapping:  :clapping: 

Grato por compartilhar passagem tão especial em tua vida conosco! :joia::ok: 

Em tempo, nosso amigo Celso Couto é mesmo isso aí que você descreveu, um Caboclo nota Mil! :iCo01:  Você pôde desfrutar da amizade de um grande pescador! :bs-aplauder: 

Gracias Bomediano! Confesso que li bastante teus relatos pra me encorajar a escrever

A Natureza é o presente mais especial que temos, só pelas paisagens já valeu a pena (acredite, fiz no bloco de notas o texto e tive que filtrar as fotos pra não ficar muito longo...); confesso que fiquei triste com o ''criadouro'' de pirarucu e com os encontros com os botos em que era visível um cercado de rede, mas enfim, turismo nem sempre se faz da maneira mais correta.

Quanto ao Celso é um cara parceiro que não para de contar piadas, figuraça :D; quando perdi o peixe no primeiro dia aprendi a frase com ele "Não interessa a verdade, interessa a versão" :heh:

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1 minuto atrás, Antonio Dmv disse:

...Gracias Bomediano! Confesso que li bastante teus relatos pra me encorajar a escrever

A Natureza é o presente mais especial que temos, só pelas paisagens já valeu a pena (acredite, fiz no bloco de notas o texto e tive que filtrar as fotos pra não ficar muito longo...); confesso que fiquei triste com o ''criadouro'' de pirarucu e com os encontros com os botos em que era visível um cercado de rede, mas enfim, turismo nem sempre se faz da maneira mais correta.

Quanto ao Celso é um cara parceiro que não para de contar piadas, figuraça :D; quando perdi o peixe no primeiro dia aprendi a frase com ele "Não interessa a verdade, interessa a versão" :heh:

Grande Antonio,

Alegra-me que tenha servido de encorajador para escrever teu relato, mas diante do que observo, você tem facilidade parar escrever e revelar o que sente, de sorte que percebe-se que tendo assunto você vai longe. Então, sempre que puder, vá buscar "assunto", uai! rssss E nos mostre aqui em mais relatos! :joia::comemorando: 

Quanto ao Celso, grande e sensacional pessoa! :clapping: 

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