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Boa tarde.

Ano passado, em duas ocasiões, tive a chance de conhecer e testar algumas técnicas para a captura dos famosos black Bass. Nunca fui um grande entusiasta, mas tendo ouvido falar da complexidade das técnicas usadas para a espécie, não podia deixar de aproveitar as chances que se apresentassem. Além disso, muitas das técnicas que usamos hoje para tucunarés, traíras e outros foram desenvolvidas com os verdinhos, como muitos os chamam.

A primeira oportunidade que tive para pescá-los foi em uma viagem para a turística cidade de Canela.

A imagem pode conter: céu, noite e atividades ao ar livre

A Catedral de Pedra de Canela. 

Ficamos na estância Invernadinha uma pousada rural, bem no limite com o município vizinho de São Francisco de Paula.

Logo em frente das instalações para os hóspedes há um lago onde pode-se pescar carpas. Pegamos algumas, mas sem tirar fotos. Na manhã seguinte, fui tentar o objetivo principal em uma barragem, um pouco mais afastada. Era época de outono e as primeiras frentes frias já estavam dando as caras. Tinha ouvido falar que a espécie fica manhosa e exige bastante dedicação até revelar a técnica que está funcionando em ocasiões como esta. Sendo assim, passei a testar variadas iscar e trabalhos.

Não davam sinal na superfície quando trabalhava popers e zaras, mas percebi que seguiam alguns plugs de meia água, sem atacá-los. Decidi então tentar iscas soft com lastro. Com um pouco de insistência senti um puxão até mais forte do que o esperado enquanto trabalhava uma minhoca salgada de cor branca perto de uma vegetação. Com bastante cuidado trabalhei e pude capturar o meu primeiro Bass. Na sequência vieram mais algumas ações.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre

A imagem pode conter: céu, atividades ao ar livre, água e natureza

A imagem pode conter: Gustavo Reolon, atividades ao ar livre e água

Achei o tamanho razoável para a primeira tentativa. Mas o clima inconstante da serra mostrou a cara e o tempo virou. Um vento frio passou a soprar forte e voltei para a pousada para o almoço e outras atividades. Depois emendou uma chuva forte e não pude retornar ao lago.

Alguns meses depois, já em meados de setembro, saindo do inverno persistente do ano passado, voltamos à serra, desta vez, no município de São José dos Ausentes, terra dos cânions. Fomos para  a bela Pousada Montenegro a fim de visitar as belezas naturais do lugar. Além dos cânions, há outras belas paisagens para admirar, como o desnível dos rios Divisa e Silveira, taipas de pedra, cachoeiras, entre outras. Também há um lago na propriedade, com muito black Bass. Há a possibilidade da pesca de trutas nos rios, mas como utiliza-se o fly fishing, acabei não praticando, já que não sou adepto da modalidade.

Entre um passeio e outro, tirava um tempo para uns pinchos no lago. Seguem as fotos:

A imagem pode conter: céu, atividades ao ar livre, natureza e água

Esse foi o primeiro. Bateu em uma chaterbait. Como os exemplares eram pequenos, passei a usar plugs, softs e spinners bem pequenos. Daí ficou fácil.

A imagem pode conter: grama, atividades ao ar livre, natureza e água

A imagem pode conter: atividades ao ar livre, água e natureza

A imagem pode conter: céu, atividades ao ar livre, água e natureza

A imagem pode conter: atividades ao ar livreA imagem pode conter: atividades ao ar livreA imagem pode conter: grama, atividades ao ar livre, natureza e água

A imagem pode conter: atividades ao ar livre

Quando as ações paravam era só mudar a isca ou a técnica que eles voltavam a atacar. Em alguns períodos do dia, percebendo que eles estavam mais ativos, utilizava pequenos popers e zaras, conseguindo também belos ataques.

Para mim o mais interessante foi perceber que a minha filha, de dois anos e meio na época, imitava meus movimentos com um graveto nas mãos. Então arremessei e entreguei a vara para ela recolher. Ela fez muito bem, olha o resultado:

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, atividades ao ar livre, natureza e água

A imagem pode conter: 1 pessoa, criança, atividades ao ar livre e natureza

Não foi a primeira vez que levei ela comigo, mas desta vez ela mesma tirou um peixe da água! O primeiro peixe dela!

Enfim, foram 27 peixes pelas minhas contas, pescando no início e final do dia por períodos de meia hora à uma hora durante 3 dias. Na próxima vez, tentarei espécimes maiores em outra represas da região.

Seguem outras fotos da serra:

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A imagem pode conter: céu, planta, atividades ao ar livre e natureza

Material:

Utilizei um conjunto na casa das 17 libras, com carretilha, multifilamento e leader de 30 libras, sem nada de especial para descrever.

As iscas variaram de acordo com a situação do tempo e o local. Na primeira pescaria, quando estava mais frio, tive sucesso com iscas soft maiores. Na segunda, pequenos plugs de meia água foram mais produtivos, além de iscas soft pequenas e pequenos popers.

No final, foram dias interessantes, que deixaram boas lembranças e aprendizado. Em especial despertando o interesse da minha menina pela pesca.

Grande abraço e boas pescarias. 

 

 

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22 horas atrás, DanteTonelotto disse:

Show de pescaria!

Valeu.

20 horas atrás, Domingos Bomediano disse:

Muito bom poder juntar pescaria com passeio, Grande Gustavo! :joia:  Parabéns! :clapping:

Realmente. Aproveitar as oportunidades vale muito.

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Fantástica empreitada, Gustavo! Local de sonho mesmo, mas o melhor foi ver a pequena já se inteirando dos assuntos...rsrsrsrs... Lindo, isso. Que continue assim. 

Parabéns pela pescaria e pela filhota!

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Em 25/02/2019 at 21:36, clei alves disse:

parece estar em um sonho , lugar lindo e com peixe esportivo . top seu relato valeu por compartilhar !

 

Em 26/02/2019 at 06:28, Mauricio. disse:

Muito 10!  :joia: Agora, mais uma grande pescadora.  :)

 

Em 26/02/2019 at 13:49, Fred Mancen disse:

Fantástica empreitada, Gustavo! Local de sonho mesmo, mas o melhor foi ver a pequena já se inteirando dos assuntos...rsrsrsrs... Lindo, isso. Que continue assim. 

Parabéns pela pescaria e pela filhota!

Obrigado pessoal.

Espero em um futuro próximo já ter uma companheira nas pescarias de tucunarés e dourados. Grande abraço.

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