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Minha primeira artificial (frog), é boa ? dicas ?


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Em 17/12/2019 at 17:56, Ben-hur disse:

é de um senhor que criava peixes pra vender pra pesqueiros, tinha pacu, catfish e carpas, hj em dia não tem mais nada, ele perdeu muito peixe (e dinheiro) por causa do frio aqui no rs q chega a  -1C as vezes, dai agora só tem as traíras pq elas se criam naturalmente e algumas carpas perdidas q sobraram, diz ele q tem algumas com mais de 20kg q ninguém pegou, mas praticamente impossível de fisgar em anzol 

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Faz sentido. Traíras colonizam esses lugares através de sua ova que é carregada na pena de aves como o Socó.

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Atualizando o tópico...

 

pesquei com o frog em um açude com muita traira, 0 ações, nesse açude tinha muitos filhotes de tilapia...

 

fiquei puto e comecei a pescar com minhoca e se liga na surpresa, UMA TRAÍRA ATRÁS DA OUTRA, faz sentido ? Acho q peguei umas 8 seguidas tudo desse tamanho (imagem)

ai tentei usar o ratinho do meu primo e duas vezes ela mordeu mas não fisgou, percebi q elas só atacaram o ratinho qnd ele afundava na agua, na superfície não, só que eu não consigo afundar ele sempre recolhendo, existe algum macete ?

 

 

 

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18 horas atrás, Ben-hur disse:

Atualizando o tópico...

 

pesquei com o frog em um açude com muita traira, 0 ações, nesse açude tinha muitos filhotes de tilapia...

 

fiquei puto e comecei a pescar com minhoca e se liga na surpresa, UMA TRAÍRA ATRÁS DA OUTRA, faz sentido ? Acho q peguei umas 8 seguidas tudo desse tamanho (imagem)

ai tentei usar o ratinho do meu primo e duas vezes ela mordeu mas não fisgou, percebi q elas só atacaram o ratinho qnd ele afundava na agua, na superfície não, só que eu não consigo afundar ele sempre recolhendo, existe algum macete ?

 

 

 

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Acontece muito com traíra. As populações locais se especializam em certos tipos de presas, ignorando outras. Algumas vezes há uma clina (camada) com água mais quente, que elas preferem evitar, fincando mais no fundo.

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22 horas atrás, Ben-hur disse:

 

Caro Ben Hur, tenha calma, se bateu no ratinho vai bater no frog também...pescar traíra com artificial é um desafio de paciência, aprendizado de arremessos e aprendizado sobre os hábitos desses peixes...

Porém não queira comparar a produtividade com isca natural como a minhoca, aí é covardia...artificial é mais seletiva...mas para quem gosta de sentir a emoção de ver uma traíra sair fora dágua para morder a isca na superfície...uma traíra pega na IA vale por mil pega na carnada...eu penso assim.

Volte na lagoa, estude ela, em relação a profundidade, em relação a estruturas nas margens e outros locais, treine arremessar a sua isca lá dentro da estrutura e prefira lugares não tão fundos para arremessar. 2/3 do seu sucesso vem da sua capacidade de arremessar sua isca na loca da dentuça...arremessou meio metro longe...dificilmente ela se moverá para atacar...tem que passar no bigode dela MESMO!

Outra questão importante, a traíra durante o dia (luz forte) prefere ficar no fundo mesmo, dificilmente sobe à superfície, porém entre as 5 até as 6 da manhã e entre as 18 até as 19:30 elas se suicidam nas iscas de superfície (elas caçam com pouca luz), portanto, vc pode passar o dia pescando com seu sapinho e não ter uma ação sequer, porém na boca da noite, em questão de meia hora pode ter dezenas de botes...

Aprimore seus arremessos e procure tentar nesses horários de pouca luz, e garanto que seu sapinho será destruído pelas dentuças...:ok:

Eu comecei a pescar traíras com IA em 2017, quando passei a dar assistência a algumas fazendas de gado, usava o fim do dia para distrair, sem grandes compromissos com pegar peixes...no início achava que aquelas lagoas perdidas no meios dos pastos não tinha nada...pois dificilmente pegava algo e botes na isca eram raros...mas eu fui aprendendo, aprimorei meus arremessos, estudei mais sobre a traíra, fui pegando as manhas de como trabalhar as iscas, de como ler a lagoa e os locais prováveis delas estarem...hoje eu tenho muito sucesso com elas, pescando em lagoas naturais (não são pesqueiros), basta ver na sessão de traíras (fotos de traíras 2018 e 2019, que verá a quantia de traíras que eu pego com sapinhos, ratinhos, girinos, plugs...tudo na superfície.

 

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Em 20/12/2019 at 20:41, Leandro Francisco disse:

Caro Ben Hur, tenha calma, se bateu no ratinho vai bater no frog também...pescar traíra com artificial é um desafio de paciência, aprendizado de arremessos e aprendizado sobre os hábitos desses peixes...

Porém não queira comparar a produtividade com isca natural como a minhoca, aí é covardia...artificial é mais seletiva...mas para quem gosta de sentir a emoção de ver uma traíra sair fora dágua para morder a isca na superfície...uma traíra pega na IA vale por mil pega na carnada...eu penso assim.

Volte na lagoa, estude ela, em relação a profundidade, em relação a estruturas nas margens e outros locais, treine arremessar a sua isca lá dentro da estrutura e prefira lugares não tão fundos para arremessar. 2/3 do seu sucesso vem da sua capacidade de arremessar sua isca na loca da dentuça...arremessou meio metro longe...dificilmente ela se moverá para atacar...tem que passar no bigode dela MESMO!

Outra questão importante, a traíra durante o dia (luz forte) prefere ficar no fundo mesmo, dificilmente sobe à superfície, porém entre as 5 até as 6 da manhã e entre as 18 até as 19:30 elas se suicidam nas iscas de superfície (elas caçam com pouca luz), portanto, vc pode passar o dia pescando com seu sapinho e não ter uma ação sequer, porém na boca da noite, em questão de meia hora pode ter dezenas de botes...

Aprimore seus arremessos e procure tentar nesses horários de pouca luz, e garanto que seu sapinho será destruído pelas dentuças...:ok:

Eu comecei a pescar traíras com IA em 2017, quando passei a dar assistência a algumas fazendas de gado, usava o fim do dia para distrair, sem grandes compromissos com pegar peixes...no início achava que aquelas lagoas perdidas no meios dos pastos não tinha nada...pois dificilmente pegava algo e botes na isca eram raros...mas eu fui aprendendo, aprimorei meus arremessos, estudei mais sobre a traíra, fui pegando as manhas de como trabalhar as iscas, de como ler a lagoa e os locais prováveis delas estarem...hoje eu tenho muito sucesso com elas, pescando em lagoas naturais (não são pesqueiros), basta ver na sessão de traíras (fotos de traíras 2018 e 2019, que verá a quantia de traíras que eu pego com sapinhos, ratinhos, girinos, plugs...tudo na superfície.

 

Grande Leandro, aulas !!

Eu achei que a isca artificial teria mais resultados que iscas naturais, percebo que cometi um equívoco então... tentei novamente alguns arremessos nesse lago e nada... dai acabou minhas minhocas e pesquei com massa, cara, a traira bateu até na massa, surreal.... 

Em um momento recolhi a linha  pra ver se ainda tinha isca pois não hávia ação há um bom tempo, quando tava recollhendo uma traira enorme (maior q já peguei) deu um BOTE na beira, saca a foto da danada:

Não sei o que pensar, parece q elas não gostam de aritificial mas tão batendo até na massa e minhoca quando recolhe kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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57 minutos atrás, Ben-hur disse:

 

 

As vezes é característica apenas desse lago (aliás pela foto parece um pesqueiro), onde a disponibilidade de alimentos acostumou os peixes na vida fácil...tenta em outras lagoas mais selvagens, onde as traíras precisam viver do que caçam...em pesqueiros as traíras ficam mais velhacas ainda, pois as refeições são abundantes e fáceis (não precisam se desgastar para caçar)...nessas situações iscas soft (criaturas, grubs) arrastadas bem lentamente pelo fundo (montagem texas rig) funcionam melhor que os sapinhos.

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Mas veja como é interessante e tem exceções: já tive pescarias que as traíras só atacavam as iscas artificiais. O meu amigo, que não me lembro se estava com lambari/cará ou carne como isca, não teve sequer um puxão. 

Talvez fosse o lugar em que estava? Pode ser. Porém, uma represa que sempre pescamos, sendo que onde o meu estava sempre deu bons resultados.

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Em 23/12/2019 at 09:16, Evandro P.F. de Camargo disse:

Mas veja como é interessante e tem exceções: já tive pescarias que as traíras só atacavam as iscas artificiais. O meu amigo, que não me lembro se estava com lambari/cará ou carne como isca, não teve sequer um puxão. 

 

2.

Se vale como dica ao amigo, trabalhe o popper frog com popadas curtas e paradas de 2-3 segundas, paralelo às margens ou à vegetação. Quando a traíra der o bote, aguarde ela afunda com a isca na boca e aí sim dê as fisgada, seca, forte, mantendo sempre a ponta da vara pra cima. 

Uma disca de isca pra lugares mais fundos ou quando elas não batem na superfície são os shads (existem várias marcas), usando anzol off set com ou sem lastro, tenho obtido mais ações e as fisgadas são mais fáceis. 

Aqui um relato de quarta-feira passada, arremessei frogs pra todo lado, nenhuma ação, coloquei a happy popper do Nelson Nakamura fazendo esse trabalho que passei, foi um ataque a cada 3 arremessos, nos mesmos pontos. Desvantagem é que é um plug com garatéias, se passar na vegetação enrosca. 

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  • 4 weeks later...
Em 13/12/2019 at 17:20, Leandro Francisco disse:

Boa tarde Ben Hur, eu sou traireiro de carteirinha e os frogs funcionam super bem para elas, porém vc precisa de algumas dicas para maior eficiência.

1) A primeira dica é arremesse sua isca sempre beirando alguma estrutura (moitas de taboa, algas, aguapé, capim submerso, galhos, pedras, etc) pois a traíra não é um peixe que costuma perseguir a isca, mas sim caça de emboscada, escondida nesses locais, assim a isca tem que passar na cara dela para ela se animar a atacar. Como o Savério falou, é mais efetivo lançar paralelo às margens que para o meio do lago (a menos que no meio da lagoa tenha estruturas).

2) A segunda dica, trabalha a isca lentamente dando pequenos toquinhos de ponta de vara bem curtos e frequentes, para que seu sapinho faça barulho e agitação na superfície da água. Intercale com paradinhas de 2 a 3 segundos...evite recolher rápido, pois a traíra é oportunista, se ela percebe que a isca é presa fácil ela ataca, já uma isca que se move rapidamente, ela prefere ignorar.

3) Após o ataque à isca, evite o instinto de fisgar no mesmo instante, conte rapidamente 1, 2 e fisgue no 3 com força (use uma vara de ponta dura) porque a boca da traíra é dura e os frogs tem os anzóis escondidos na borracha, então é comum perder muitas fisgadas...

4) Se uma traíra der o bote em sua isca e errar a fisgada, volte a arremessar no mesmo local, pode ser que ela repita o ataque. Se isso não acontecer, saia desse local e espere uma meia hora, depois volte a arremessar de novo, pois ela costuma voltar a atacar (memória curta).

5) Insista sempre 2 a 4 vezes em locais que pareçam promissores, pois as traíras muitas vezes não atacam na primeira passagem da isca, mas parece que a passagem de uma isca repetidas vezes onde ela está a irrita e ela ataca...

 

Qualquer outra dúvida que tenha, terei o maior prazer de tentar esclarecer, um abraço.

Rapaz... agora eu arrebento na lagoa!!! Muito boa explicação.

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  • 4 weeks later...

Como já falaram, é insistência mesmo e prática.

Tem um riacho no fundo de uma chacrinha que meu pai tem, e tem um braço (se é que pode se chamar aquilo de braço) bem raso, mais largo que o rio, porém sem correnteza e muitas estruturas. Semana retrasada pesquei lá e as trairas estavam muito ativas, atacavam o ratinho perseguindo eles.

Semana passada fui lá, e tava mt parado, nenhum bote nem nada. Depois de um tempo e centenas de arremessos, fui dar o ultimo só pra desencargo de consciencia, mas eu arremessei praticamente no meio do mato, lá minha isca nao tocaria a água de jeito nenhum, porém aquilo irritou as trairas, e quando acabou o mato e a isca caiu na água, peguei uma bitela! Depois disso foi só sucesso!

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E em relação ao frog, comprei um igual a esse só que na cor laranja fluorescente, tive 2 botes mas não consegui fisgar, aliás, nunca consegui pegar nenhuma traíra nesses frog com o silicone mais "duro", agora com aqueles bem vagabundo molenga com garateias finas, eu faço a festa

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Em 20/12/2019 at 20:41, Leandro Francisco disse:

Porém não queira comparar a produtividade com isca natural como a minhoca, aí é covardia...artificial é mais seletiva...mas para quem gosta de sentir a emoção de ver uma traíra sair fora dágua para morder a isca na superfície...uma traíra pega na IA vale por mil pega na carnada...eu penso assim.

 

Falou tudo!

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